A escolha de Éderson para a Copa do Mundo mostrou uma mudança de estratégia de Carlo Ancelotti na montagem da Seleção Brasileira. Após a lesão de Wesley, anunciada no último domingo, 7, o treinador optou por não convocar outro lateral-direito e decidiu reforçar o setor de meio-campo.
A entrada de Éderson aconteceu depois do corte de Wesley, que deixou a delegação por conta de um problema na coxa. O volante da Atalanta foi chamado para ampliar as opções da equipe em uma posição que contava com menos alternativas na lista original.
A comissão técnica avaliou que a lateral direita já possuía soluções dentro do próprio grupo. Antes de sofrer lesão, Éder Militão era considerado uma alternativa para atuar pelo setor. O defensor do Real Madrid, apesar de ser zagueiro de origem, oferece características defensivas valorizadas por Ancelotti.
Sem Militão, Roger Ibañez passou a ser uma das opções para a função. O jogador do Al-Ahli, inclusive, iniciou como titular na lateral durante o amistoso contra a Croácia, disputado na Data Fifa de março.
Éderson reforça setor que tinha poucas opções
Outro fator que pesou na decisão foi a quantidade de jogadores disponíveis para o meio-campo. Antes da nova convocação, o Brasil contava apenas com Casemiro, Bruno Guimarães, Danilo Santos, Fabinho e Lucas Paquetá.
Com a chegada de Éderson, Ancelotti ganha mais uma alternativa para a faixa central do campo. O jogador se destaca pela capacidade de atuar como volante e também por aparecer frequentemente na área adversária, contribuindo ofensivamente.
Volante vive momento de destaque na Europa
Aos 26 anos, Éderson atravessa uma fase positiva no futebol italiano defendendo a Atalanta. O desempenho recente do meio-campista o colocou entre os nomes valorizados do mercado europeu.
Além da convocação para a Copa do Mundo, o brasileiro aparece próximo de uma transferência para o Manchester United visando a temporada 2026-27, consolidando um dos momentos mais importantes de sua carreira.
Ver essa foto no Instagram
