A Seleção Brasileira entrou em contagem regressiva para definir quem herdará a vaga de Militão no sistema defensivo para a Copa do Mundo de 2026. Após a confirmação de que o zagueiro do Real Madrid passará por cirurgia na coxa e perderá o torneio, o técnico Carlo Ancelotti precisa agir rápido. O treinador, que já não conta com Rodrygo e monitora a situação de Estêvão, busca agora um nome que ofereça a mesma segurança e velocidade que o titular exercia no setor direito da zaga.
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Ibañez
O defensor surge como um dos favoritos devido à sua versatilidade tática. Convocado por Ancelotti na última Data Fifa, ele provou ser útil ao atuar como titular na vitória sobre a Croácia e entrar no decorrer do jogo contra a França. A capacidade de Ibañez em atuar tanto como zagueiro quanto como lateral-direito é um trunfo valioso para suprir a ausência de Militão.
Fabrício Bruno
Destaque no futebol brasileiro vestindo a camisa do Cruzeiro, o zagueiro já é um rosto conhecido pela atual comissão técnica. Fabrício Bruno foi chamado por Ancelotti em três oportunidades e soma seis convocações ao longo deste ciclo. Sua presença em campo em jogos contra Japão e Tunísia, além das Eliminatórias, demonstra que ele possui a confiança do treinador para assumir responsabilidades em momentos críticos.
Léo Ortiz
O zagueiro do Flamengo é outra peça do mercado nacional que ganha força nos bastidores. Aos 30 anos, Ortiz vive uma fase iluminada no Rio de Janeiro e possui uma característica fundamental: atua pelo lado direito da zaga, o mesmo setor ocupado originalmente por Militão. Embora tenha sido chamado apenas uma vez por Ancelotti, sua qualidade na saída de bola e o ritmo de jogo em alto nível o mantêm no radar para a lista final dos 26 convocados.
Alexsandro
O defensor do Lille, da França, corre por fora, mas possui um histórico positivo com o comandante italiano. Alexsandro esteve presente nas duas primeiras convocações de Ancelotti, apresentando bom desempenho contra Equador e Paraguai. Apesar de ter perdido espaço nas listas mais recentes para nomes como Chile e Bolívia, o cenário de emergência criado pelo corte de Militão pode fazer com que o zagueiro recupere seu prestígio na seleção.
Thiago Silva
Aos 41 anos, o “Monstro” é a opção que une experiência e liderança, algo que pode ser necessário em um grupo abalado por lesões de jovens estrelas. Embora não tenha participado de nenhuma convocação deste ciclo, Thiago Silva mantém a performance em alto nível no Porto e foi destaque no Mundial de Clubes pelo Fluminense. Caso Ancelotti decida que o grupo precisa de um pilar veterano para compensar a perda de Militão, o zagueiro pode protagonizar um retorno surpreendente para sua última Copa.
