Na tarde desta sexta-feira, 01, Charles Leclerc manteve o ritmo da Ferrari mesmo depois de uma longa pausa na F1 e liderou o treino livre para o GP de Miami. O piloto monegasco dominou a sessão única de testes antes do treino classificatório para a corrida sprint. Os carros voltam para a pista ainda hoje para definir o grid a partir das 17h30 (horário de Brasília).
A grande surpresa do treino ficou por conta de Max Verstappen, que recolocou a Red Bull entre as primeiras posições. Com o segundo melhor tempo, o holandês provou que o tempo de inatividade da F1 fez bem para a equipe. Quem também se deu bem foi Oscar Piastri, que colocou o carro à frente de Lewis Hamilton e fechou na terceira posição. O brasileiro Gabriel Bortoleto ficou em 14º.
Para fechar as percepções do treino livre no GP de Miami, a Mercedes apresentou ritmo menor do que o esperado. Kimi Antonelli e George Russell ficaram na quinta e sexta colocação, respectivamente. Vale citar que as mudanças implementadas pela FIA podem impactar o desempenho da equipe alemã. Assim, a Fórmula 1 tende a ter novidades em termos de resultados já neste final de semana.
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GP de Miami: o que mudou na F1?
O ronco dos motores finalmente volta a ecoar com o GP de Miami, marcando o aguardado retorno da Fórmula 1 após um hiato forçado de 30 dias que sacudiu os bastidores da categoria. A pausa, causada pelo cancelamento das etapas do Bahrein e da Arábia Saudita em abril, serviu como um laboratório para a FIA e as equipes. Agora, entre os dias 1º e 3 de maio, a quarta etapa do Mundial de 2026 desembarca nos Estados Unidos.
A principal mudança técnica nesta retomada foca no sistema de recuperação de energia (ERS). Atendendo aos apelos dos pilotos, a Fórmula 1 promoveu ajustes severos: haverá redução na energia recuperada nas classificações e aumento na potência máxima durante o superclipping. Além disso, a FIA descobriu e baniu um artifício de Mercedes e Red Bull que cortava o MGU-K para manter a bateria no máximo.
