A longevidade de Novak Djokovic no tênis mundial não se explica apenas por talento e disciplina nos treinos. Um dos pilares da carreira do sérvio é a alimentação. Aos 38 anos, o atleta mantém uma dieta rigorosa que, segundo ele, mudou não apenas sua forma de jogar, mas também seu bem-estar físico e mental.
Djokovic iniciou sua trajetória profissional em 2004, no circuito da ATP Tour. Nos primeiros anos, mesmo já demonstrando grande potencial, ele enfrentava dificuldades para competir com rivais como Roger Federer e Rafael Nadal nos momentos decisivos.
A virada ocorreu quando Djokovic decidiu buscar orientação profissional e descobriu uma intolerância ao glúten. A partir daí, ele passou por uma mudança completa na alimentação, eliminando glúten, laticínios e açúcar refinado.
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Com a nova dieta, o tenista afirma que os benefícios foram além da parte física: “Eu me comprometi com minha dieta e isso melhorou minha clareza mental; minha recuperação foi melhor, assim como minha tomada de decisões. Vivenciei uma enorme onda de energia e transformação. Fiquei invicto em 40 partidas, ganhei três títulos de Grand Slam e me tornei o número um do mundo”.
A rotina alimentar do sérvio inclui bebidas com limão logo pela manhã, smoothies verdes com vegetais e frutas, além de refeições baseadas em alimentos de origem vegetal, como quinoa, arroz, aveia e saladas. O atleta também pratica períodos de jejum intermitente.
