Neymar e Vini Jr. transformaram a Copa do Mundo de 2026 em liderança no ranking bilionário de patrocínios da Seleção Brasileira. O camisa 10 segue como nome mais valioso do elenco, com a maior carteira comercial entre os convocados de Carlo Ancelotti. Já o atacante do Real Madrid encosta com força nesse topo, embalado pelo desempenho em campo e pela sequência de novos acordos publicitários. Ao redor deles, Raphinha, Endrick e Casemiro completam um grupo que trata a própria imagem como ativo global.
Vestir a camisa amarelinha continua sendo um dos maiores trunfos de marketing do futebol. Em 2026, porém, o peso comercial de alguns jogadores do Brasil ganhou outra escala, com contratos espalhados por diferentes setores da economia.
Os cinco atletas mais valiosos comercialmente na Copa somam dezenas de parcerias que passam por material esportivo, tecnologia, entretenimento, turismo, bancos, bebidas e até educação.

Neymar vira líder do ranking de patrocínios da Seleção Brasileira
De acordo com a NR Sports, empresa responsável pela gestão da carreira de Neymar, são 25 acordos comerciais ativos, número que o coloca como principal ativo de marketing entre os brasileiros no Mundial. A carteira mistura contratos tradicionais de patrocínio com participações em negócios, licenciamento de produtos e investimentos em segmentos variados.
O portfólio do camisa 10 inclui marcas de diferentes faixas de mercado e áreas de atuação. Entre os parceiros aparecem Cimed, Puma, Red Bull, PokerStars, Konami, Mercado Livre, Blaze, FlexForm, Aiwa e Loovi. A lista ainda abrange projetos com Pley by Ney, Presente IA, Aura (NJR Eyewear), Faanz, entre outras empresas ligadas a setores como tecnologia, entretenimento, educação e mercado imobiliário, segundo a mesma NR Sports.
Patrocínios na Copa impulsionam Vini Jr. ao topo do mercado?
Logo atrás aparece Vinicius Junior, hoje principal destaque esportivo do Brasil na Copa do Mundo 2026. O atacante soma quatro gols nas três primeiras partidas e leva esse embalo para o mercado de patrocínios, em que ocupa a vice-liderança do ranking comercial da Seleção.
São 19 patrocinadores, número que o coloca como o brasileiro mais próximo de Neymar em valor de exposição e presença publicitária. A lista de parceiros do jogador do Real Madrid cresceu depois do início do Mundial.
Marcas globais de tecnologia, moda, bebidas e serviços financeiros passaram a dividir espaço na agenda do atacante. Entre elas estão Apple, Nike, Pepsi, Visa, PlayStation, Hugo Boss, Prada, Gatorade, Vivo e Lego. O pacote ainda inclui Havaianas, Marriott Bonvoy, Betnacional, Fortnite, Clear, Omo, Rexona, Visit Dubai e Unesco.

Raphinha, Endrick e Casemiro mantêm Seleção em alta
O pódio comercial da Seleção na Copa se completa com Raphinha, que soma nove contratos, mesmo depois de sofrer lesão na vitória do Brasil sobre o Haiti. O corte físico não freou a presença do jogador na publicidade, e o portfólio segue atrelado a marcas de roupas, eletrônicos, higiene pessoal e jogos. Entre os patrocinadores estão Adidas, Calvin Klein, Gillette, Realme, UFL, Dream League Soccer, Rayovac, Modelo e Coristina D.
Na sequência do ranking de patrocínios aparecem Endrick e Casemiro, fechando o grupo dos cinco atletas mais valiosos comercialmente do elenco. A jovem promessa do Real Madrid reúne seis parceiros: New Balance, EA Sports, Neosaldina, Red Bull, Sicoob e Gillette. O volante experiente mantém quatro acordos, com Adidas, Azul, Panasonic e Bacio di Latte. Juntos, esses nomes formam a espinha dorsal comercial da Seleção, ocupando campanhas de diferentes segmentos em plena Copa do Mundo.
