A Copa do Mundo 2026 largou com cara de torneio ofensivo e colocou estatística pesada na mesa logo no pontapé. Em 24 jogos de estreia na fase de grupos, a rede balançou 75 vezes, com média de 3,13 gols por partida, e recorde em 68 anos. Isso porque esse número supera todas edições disputadas desde 1958, quando o Mundial teve média de 3,63 na primeira rodada. No meio deste cenário histórico, Lionel Messi puxa a fila de artilheiros da competição com 48 seleções.
Com 48 seleções e 1.248 jogadores convocados, o torneio já se destaca como o maior da história em volume. O aumento de participantes espalhou mais jogos pelo mapa e ajudou a criar uma abertura de fase de grupos cheia de gols. A primeira rodada virou uma amostra concentrada desse Mundial mais inchado e, ao mesmo tempo, mais agressivo com a bola.

Os 75 gols da primeira rodada não vieram só de goleadas isoladas, mas de uma postura mais ofensiva adotada por seleções desde a estreia. Times como Alemanha, Inglaterra, França, Estados Unidos e Argentina aplicaram placares elásticos e empurraram a média para cima. Em paralelo, confrontos mais equilibrados, definidos nos minutos finais e com viradas, também inflaram a conta.
Messi lidera artilharia em meio a disputa equilibrada
No meio dessa enxurrada de gols, a briga pela artilharia começou quente. Lionel Messi aparece na frente com três gols já na estreia e um marco próprio: tornou-se o maior goleador da história das Copas do Mundo. Atrás dele, Harry Kane, Kylian Mbappé e Erling Haaland somam dois gols cada e mantêm o topo da tabela apertado, sem folga para ninguém.
Além de Lionel, o trio que o persegue também assumiu papel central em suas seleções. O atacante inglês, o astro francês e o centroavante norueguês já figuram como principais artilheiros de seus países. Esse recorte mostra um torneio em que recordes históricos estão sendo quebrados desde o apito inicial.

Aumento de seleções deixa a Copa do Mundo 2026 mais aberta?
O Mundial com 48 seleções criou um cenário mais espalhado e diverso de estilos. O novo formato ofereceu confrontos inéditos e encontros entre escolas de futebol que raramente se cruzam. Essa mistura de formas de jogar ajudou a deixar as partidas mais dinâmicas e movimentadas, com muita alternância de ataque e defesa ao longo dos 90 minutos.
Mesmo com favoritos em campo, seleções apontadas como mais fortes precisaram lidar com rivais que deram trabalho e ofereceram resistência durante os jogos. Esse equilíbrio aumenta a chance de partidas abertas, em que o time que sai atrás precisa reagir, se expõe e, muitas vezes, transforma placares controlados em duelos cheios de reviravolta e gols no fim.
Além da quantidade de equipes, o início da Copa também reforça um clima de competitividade mais amplo. Os dados das primeiras 24 partidas ajudam a traçar um retrato: Mundial com mais participantes, jogos mais corridos, média de gols em alta e disputa pela artilharia desde o primeiro passo da fase de grupos.
