A adidas usou os 20 anos da estreia de Lionel Messi em Copas do Mundo como gancho para tirar do arquivo a história da parceria com o argentino. Denominada “El Último Tango”, a coleção chega como um resumo da trajetória em produtos: chuteira, camisa, linha casual e peças de performance que recontam a caminhada do camisa 10 em Mundiais, de 2006 ao título em 2022. O lançamento oficial está previsto para julho, com vendas em lojas físicas, e-commerce e em pontos selecionados.
A empresa alemã apresenta o pacote como uma homenagem ao período em que Messi virou rosto fixo das campanhas globais da fornecedora. Cada item da coleção busca se ancorar em um marco específico, que vai do começo tímido no Mundial da Alemanha ao papel central na Copa do Qatar.
Na comunicação oficial, a marca fala em fechar um ciclo de duas décadas de parceria no palco máximo da seleção.

El Último Tango: coleção costura Messi e Copas do Mundo
Conforme mencionado, a linha se sustenta na trajetória de Lionel Messi em seis Copas do Mundo — recordista em participação, aliás. O recorte começa em 2006, quando o atacante disputou o primeiro Mundial, e passa pelas cinco edições até o título de 2022. A Adidas organizou o percurso em produtos que remetem versões antigas da chuteira F50, camisas dos períodos e até às bolas oficiais usadas nos torneios.
Segundo a descrição, a campanha do lançamento também revisita gols, comemorações e momentos de destaque do argentino em Mundiais. O material explora imagens de diferentes fases da carreira, relacionando cada momento a uma peça específica da coleção. O conceito também faz alusão à possibilidade desta próxima Copa marcar a última presença de Messi em uma edição do torneio.
Chuteira no centro da homenagem a Lionel Messi
A releitura da F50.6 TUNIT é o principal símbolo da nova coleção. O modelo original fez parte do início da carreira de Messi em grandes competições e ganha agora um desenho que dialoga com o passado, mas com ajustes de tecnologia e acabamento para o futebol de 2026. Trata-se de uma pegada mais nostálgica, porém com construção de chuteira contemporânea.
As cores branca e azul dominam o visual e fazem referência à seleção argentina, mas também à história da linha F50 no cenário do futebol. Detalhes de layout remetem à versão usada por Messi ainda jovem, quando começou a ganhar espaço internacionalmente. O relançamento tenta aproximar a memória afetiva do torcedor do produto de prateleira, usando a imagem do craque como ponto de conexão.
O que mais a adidas colocou na coleção inspirada em Messi?
Além da chuteira, “El Último Tango” inclui uma série de peças de vestuário e acessórios. Um dos destaques é a camiseta comemorativa que mistura elementos dos uniformes utilizados pela Argentina nas seis participações do astro em Copas. O desenho faz um mosaico de épocas, com referências discretas a detalhes de gola, listras e aplicações de escudo que marcaram cada Mundial.
A linha se divide entre produtos para prática esportiva e itens de uso casual. Entram nesse pacote camisas de treino, agasalhos, camisetas lifestyle e acessórios como bonés e possivelmente bolsas ou mochilas, todos alinhados à identidade visual da coleção. A adidas também abre espaço para o público infantil, com versões adaptadas de alguns itens.

Como a campanha reconta as Copas do Mundo de Lionel Messi?
De acordo com o conceito divulgado pela marca, a coleção funciona como um compilado de imagens e símbolos que representam as últimas duas décadas de Messi com a Adidas. A menção a uma possível última participação do jogador em Copa do Mundo dá o tom de fim de capítulo, o que tende a reforçar o caráter de peça de “memória” dessa linha especial.
Com previsão de chegada às lojas em julho, tanto em pontos físicos quanto no e-commerce e em revendedores selecionados, “El Último Tango” coloca em jogo mais um passo da indústria esportiva na exploração de narrativas de longo prazo com grandes nomes do futebol.
Lionel, aliás, estreou em noite de gala na Copa do Mundo 2026. Autor de um hat-trick diante da Argélia, na noite da última terça-feira (16), ele liderou a Albiceleste na primeira vitória de uma seleção sul-americana nesta edição. O resultado levou a equipe à liderança do Grupo J, à frente da Áustria, Jordânia e dos próprios argelianos.
