Ancelotti terá uma das principais decisões da Seleção Brasileira nesta fase de grupos da Copa do Mundo. Com a ausência confirmada de Raphinha, o treinador precisa encontrar uma nova formação ofensiva para o confronto diante da Escócia, marcado para quarta-feira, 24, no Hard Rock Stadium, em Miami.
A CBF confirmou que Raphinha sofreu uma lesão muscular na região posterior da coxa direita durante a vitória sobre o Haiti. Fora da partida, o atacante abre espaço para uma disputa interna que será definida nos treinamentos de segunda e terça-feira.
Ancelotti analisa três opções para o ataque
Entre os candidatos à vaga estão Endrick, Luiz Henrique e Rayan. Neste momento, Rayan aparece como o nome mais cotado para iniciar entre os titulares. O atacante entrou justamente no lugar de Raphinha após a lesão e reúne características que agradam à comissão técnica, especialmente pela atuação pelo lado direito e pela capacidade física para enfrentar uma equipe forte no jogo aéreo.
Luiz Henrique também segue na disputa. O jogador é um dos atletas que mais atuaram sob o comando de Ancelotti e surge como alternativa confiável para o setor. Já Endrick conta com o apoio da torcida. O atacante soma sete assistências em 21 partidas pelo Lyon atuando pelo lado direito do ataque, embora tenha sido utilizado de forma centralizada quando entrou contra o Haiti.
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Retorno de Neymar
Enquanto define a formação ofensiva, Ancelotti ganhou uma notícia positiva. Neymar voltou a trabalhar com o restante do elenco após se recuperar de uma lesão grau 2 na panturrilha direita e pode ficar à disposição pela primeira vez desde o início do Mundial.
A presença do camisa 10 amplia as possibilidades para a escalação. Mesmo retornando de lesão, Neymar pode ser utilizado em uma função central, o que abre disputa por posição com Lucas Paquetá e Matheus Cunha. A definição da equipe deve acontecer apenas nos últimos treinamentos antes da partida decisiva.
