A Espanha chega pressionada para a segunda rodada da Copa do Mundo de 2026, mas o técnico Luis de la Fuente garantiu que o empate na estreia diante de Cabo Verde não abalou a confiança do elenco. Pelo contrário. Segundo o treinador, as críticas recebidas após o tropeço serviram como combustível para motivar ainda mais os jogadores.
Em entrevista coletiva antes do confronto contra a Arábia Saudita, válido pelo Grupo H, De la Fuente destacou a força mental da equipe e afirmou que não existe clima de desespero dentro da delegação espanhola.
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“Vivemos em uma bolha, mas as críticas nos motivam porque temos jogadores muito competitivos. Tudo o que foi dito pode ter impacto. Eles lidam bem com isso e estão muito ansiosos para entrar em campo. Não há desespero”, afirmou.
O treinador também ressaltou que a comissão técnica analisou os erros cometidos na estreia e acredita em uma resposta imediata da equipe no Mundial. “Estamos motivados, ansiosos por competir novamente e recuperar as boas sensações. Analisamos a partida para entender onde fomos bem e onde erramos, sem que isso nos afete como profissionais”, completou.
Presente de aniversário?
O duelo deste domingo, 21, tem um significado especial para Luis de la Fuente. O comandante espanhol completa 65 anos justamente no dia da partida e revelou qual seria o presente ideal para celebrar a data.
“Meu melhor presente seria estar feliz, que não tenhamos lesões, que façamos um bom jogo e, espero, que consigamos vencer”, declarou.
A Espanha entra em campo buscando sua primeira vitória na Copa do Mundo após empatar sem gols com Cabo Verde na rodada de abertura. Considerada uma das favoritas ao título, a equipe encontrou dificuldades para furar a marcação adversária e acabou sendo alvo de críticas pela atuação abaixo das expectativas.
Agora, o desafio será diante da Arábia Saudita, que também estreou com empate ao ficar no 1 a 1 com o Uruguai. De la Fuente espera novamente enfrentar uma equipe fechada defensivamente e cobrou mais eficiência de seus jogadores.
“Por causa do nosso estilo, as outras equipes jogam com linhas muito baixas. Nós dominamos as partidas e os adversários recuam. Precisamos ser mais eficazes. No outro jogo não fomos precisos. Faltaram velocidade e melhor circulação de bola”, avaliou.
