Yasin Ayari, autor do primeiro gol da Suécia na Copa do Mundo de 2026, não comemorou após balançar as redes. Nos primeiros minutos, o meio-campista aproveitou bola rifada, chutou com força e abriu o placar para a equipe europeia. Na comemoração, chamou atenção a atitude do jogador, que não celebrou de forma efusiva e ergueu os braços. A tradicional atitude da “lei do ex”.
O motivo da comemoração, ou melhor, a falta dela, é familiar. O meio-campista é filho de Azzouz Ayari, ex-jogador e treinador de futebol tunisiano. Com raízes fortes no país africano e seguindo a religião islâmica, o camisa 18 da Suécia precisou de apenas oito minutos para marcar seu primeiro gol em Copas do Mundo.
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Antes do confronto, Sabri Lamouchi, técnico da Tunísia, comentou sobre essa relação do jogador sueco. Em entrevista coletiva, o africano falou sobre a qualidade de Ayari e tratou-o como uma “perda” em seu elenco, já que ele poderia defender a seleção tunisiana. “Ele fez uma escolha, eu o respeito muito e ele é um ótimo jogador. Nós desejamos toda a sorte a ele após o jogo”, afirmou o comandante.
Em entrevista ao ‘Aftonbladet’, o pai do jovem jogador falou sobre a situação. Azzouz Ayari disse que o filho gostaria de defender a Tunísia, mas ele o aconselhou a defender o país em que nasceu. “Meu filho gostaria de defender a Tunísia, mas eu pedi para ele jogar pela Suécia, já que foi o país que o recebeu e o desenvolveu”, comentou o tunisiano.
