Julián Quiñones precisou de apenas oito minutos para entrar para a história da Copa do Mundo de 2026. Autor do primeiro gol do torneio na vitória parcial do México sobre a África do Sul, o atacante chega ao Mundial credenciado por uma temporada em que balançou as redes mais vezes do que Cristiano Ronaldo no futebol saudita.
O atacnte encerrou a temporada com 37 gols pelo Al-Qadisiyah, sendo 33 deles no Campeonato Saudita. Os números superam os de Cristiano Ronaldo, que marcou 30 vezes no total e terminou a liga nacional com 28 gols pelo Al-Nassr. A diferença ajuda a explicar por que Quiñones se tornou uma das principais referências ofensivas da seleção mexicana.
Na abertura da Copa, o atacante mostrou oportunismo logo no início da partida. Após erro na saída de bola da África do Sul, Lira recuperou a posse e serviu Quiñones na entrada da área. O atacante finalizou rasteiro para abrir o placar no Estádio Azteca.
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Mais do que o gol, Quiñones teve atuação destacada ao longo do confronto. Bastante participativo, apareceu em diferentes setores do ataque, pressionou a saída adversária e foi uma das principais válvulas de escape da equipe comandada por Javier Aguirre.
A trajetória do atacante também chama atenção. Nascido em Magüí Payán, na Colômbia, Quiñones se mudou ainda jovem para o México, onde iniciou sua formação nas categorias de base do Tigres. Após passagens de destaque por Atlas e América, concluiu seu processo de naturalização em 2023 e passou a defender oficialmente a seleção mexicana.
Agora, além de ser o jogador que abriu a contagem de gols da Copa do Mundo, Quiñones tenta liderar o México rumo à classificação no Grupo A. Os mexicanos ainda enfrentam Coreia do Sul e República Tcheca na primeira fase do torneio.
