Segundo o treinador italiano, a partida será a última oportunidade para realizar experimentações antes do início do torneio.
“É o último jogo para fazer testes porque depois fica mais difícil de fazer. Paquetá é importante para nós porque tem características diferentes de outros meias. Quero testá-lo, como quero testar Igor Thiago no jogo de amanhã, para buscar outra opção”, afirmou.
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Ancelotti também indicou que pretende avaliar uma formação diferente no setor ofensivo. Embora tenha destacado que o sistema com quatro jogadores de ataque esteja consolidado, o técnico revelou que busca novas soluções para o último terço do campo.
“O sistema com quatro na frente é bastante consolidado, quero testar outra alternativa no último terço”, completou.
Mistério sobre a escalação
Apesar das pistas sobre mudanças na equipe, Ancelotti evitou revelar os 11 titulares que iniciarão o amistoso.
“Querem saber? Hoje não, não tenho vontade de dar a escalação hoje”, respondeu em tom descontraído.
O comandante ainda garantiu que utilizará todas as substituições permitidas ao longo da partida para observar o elenco. A expectativa é de que atletas que retornam recentemente de lesão recebam mais minutos em campo.
“Amanhã temos outras mudanças, vou aproveitar todas as mudanças na segunda parte. Pode ser alguns jogadores que precisem jogar mais, que saiam de lesões anteriores, como Raphinha e Bruno. Todos vão jogar.”
Gabriel Magalhães será preservado
Uma das ausências confirmadas para o duelo é Gabriel Magalhães. O zagueiro do Arsenal foi liberado da partida para realizar um trabalho de recuperação física após a intensa sequência de compromissos na Europa.
“Voltou da final da Champions um pouco cansado. Creio que amanhã não vai jogar, vai ser preparado para o primeiro jogo”, explicou Ancelotti.
Todos terão oportunidade
O treinador também destacou a importância do grupo e reforçou que a disputa por espaço continuará aberta até a estreia da Copa. Segundo ele, os jogadores que entram durante as partidas podem ser decisivos para mudar o rumo dos jogos.
“O que é certo é que os que começam não são os que terminam o jogo. Todos os jogadores estão focados não na quantidade dos minutos, mas na qualidade.”
Ancelotti encerrou reforçando a confiança no elenco brasileiro e ressaltou a variedade de opções à disposição para a disputa do Mundial.
