Nesta quarta-feira, 22, o Chelsea confirmou o desligamento imediato do treinador Liam Rosenior após uma sequência insustentável de resultados. A decisão foi comunicada no início da tarde, colocando um ponto final na trajetória do técnico de 41 anos que havia assumido o posto em janeiro. A pressão tornou-se insuportável depois que a equipe acumulou sete derrotas nas últimas oito apresentações, conseguindo superar apenas o modesto Port Vale, da terceira divisão, pela Copa da Liga Inglesa.
A saída precoce do treinador inglês, que tinha vínculo assinado até 2032, deve gerar um impacto financeiro astronômico nos cofres do clube, com uma multa rescisória estimada em R$ 157 milhões. Durante seus três meses no Stamford Bridge, Rosenior comandou o clube em 23 partidas, somando 11 vitórias, 4 empates e 8 derrotas. Em comunicado oficial, a diretoria justificou a medida afirmando que “os resultados e atuações recentes ficaram abaixo dos padrões necessários”, ressaltando que a decisão não foi tomada de forma leve, dada a integridade demonstrada pelo profissional.
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Planos para o futuro dos Blues
Para o restante das competições, o auxiliar Calum McFarlane assume o comando interino do Chelsea, tendo como missão manter o time na briga por uma vaga na Liga dos Campeões e disputar a semifinal da Copa da Inglaterra. Nos bastidores, a cúpula londrina já avalia nomes de peso para assumir o projeto em junho. Entre os favoritos para assumir aparecem Andoni Iraola, atualmente no Bournemouth, e Edin Terzic, vice-campeão da Champions com o Borussia Dortmund em 2024, visando estabilizar um cargo que já viu dois nomes (Maresca e Rosenior) caírem nesta temporada.
Atualmente na sétima posição da Premier League, os Blues buscam evitar que a instabilidade política e técnica prejudique as chances de título na Copa nacional.