Cuca não escondeu a satisfação com a postura do Santos, mesmo tendo acompanhado grande parte da vitória sobre o Atlético-MG fora de campo. Após receber dois cartões amarelos em sequência por reclamar de um gol anulado pelo VAR, o técnico utilizou a coletiva deste sábado, 12, para exaltar a superação física de seus atletas diante de um calendário exaustivo.
O comandante santista explicou que sua reação foi motivada pela confiança em seus jogadores, mas admitiu que poderia ter agido com mais calma. “Eu me passei um pouco, acho que poderia ter administrado mais, mas no calor do jogo, na vontade e necessidade de vencer esse jogo, de repente me passei, mas não ofendi ninguém”, declarou Cuca. Ele revelou que questionou Gabigol sobre o toque de mão antes de cobrar o juiz, recebendo a negativa do atacante.
Mesmo com o desfalque no banco de reservas, o treinador viu uma das melhores exibições da equipe na temporada. Para o técnico, o nível de competitividade de Neymar e Gabigol foi o grande diferencial da noite. “Com certeza deve ter sido uma das melhores, se não a melhor partida no ano no quesito competitivo e físico deles”, analisou o profissional, destacando que os astros “encheram o tanque”.
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Situação do elenco
Além da análise do jogo, Cuca detalhou a situação clínica do elenco, que vem sofrendo com o desgaste de viagens internacionais e a altitude. Ele revelou que Lucas Veríssimo jogou no “sacrifício” e justificou as saídas de Igor Vinicius e Gustavinho por dores musculares. O técnico também projetou os retornos: Mayke deve voltar no domingo, 18, enquanto Gabriel Menino segue em tratamento de uma lesão de grau 2.
Agora, o Peixe foca suas atenções na Copa Sul-Americana. O próximo desafio da equipe será na terça-feira, 14, contra o Deportivo Recoleta, novamente na Vila Belmiro. O objetivo é manter a intensidade física mostrada no Brasileirão para buscar a liderança do grupo no torneio continental.
