O meia Lucho Acosta, do Fluminense, revelou uma mudança significativa em sua rotina alimentar que vai além de preferência pessoal. O jogador explicou que deixou de consumir carne durante a maior parte do ano como forma de preservar a saúde e melhorar o desempenho físico.
Em entrevista ao ge, ele disse que a decisão começou ainda no período em que atuava no futebol mexicano, entre 2020 e 2021, após orientação de nutricionistas e médicos: “É um costume que já faz um tempo que eu faço, falei com nutricionista, doutores, para saber como suplantar essa carne. Então, para mim não faz diferença. Sou um argentino que não come carne (risos).”
O principal motivo da mudança está relacionado à preocupação com o consumo de substâncias como o clenbuterol, que pode estar presente em carnes contaminadas. O composto é proibido no esporte e pode gerar resultados positivos em exames antidoping mesmo sem uso intencional.
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“A carne tem muito clenbuterol, e os doutores do time falavam que não podia carne dois dias antes do jogo. Então, tomei o costume. Me sentia bem, me sentia que descansava melhor, recuperava melhor”, explicou o atleta de 31 anos.
A partir disso, o jogador passou a adotar uma dieta sem carne durante cerca de 11 meses do ano, substituindo a proteína animal por outras fontes alimentares. Além da questão preventiva, Acosta também destacou benefícios no próprio corpo, como melhora na recuperação e na sensação de descanso.
Apesar da disciplina durante a temporada, o meia admite que abre exceções em períodos de férias, especialmente quando retorna à Argentina: “Quando chega o momento que acaba a temporada, férias e volto para a Argentina, aí é difícil. Como um pouco de carne quando chego na Argentina, meu pai me espera com um churrasco (risos). Mas tento não comer.”
