O técnico Carlo Ancelotti admitiu que o planejamento para a Copa do Mundo de 2026 está em estágio avançado, restando apenas quatro vagas em aberto no elenco oficial. Durante entrevista ao programa Galvão F.C., nesta segunda-feira, 23, o treinador italiano revelou que já possui uma base de confiança formada por 21 atletas, incluindo nomes que se recuperam de lesão como Bruno Guimarães, Éder Militão e Estêvão. A fala do treinador aumenta a pressão sobre os bastidores da Amarelinha, especialmente pela dúvida sobre o futuro de Neymar. O craque ainda precisa provar que está em plena forma para assegurar sua vaga entre os 26 convocados que disputarão o Mundial na América do Norte.
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Embora evite individualizar as críticas ou promessas, o italiano foi enfático ao mapear onde estão as brechas na lista final. O treinador destacou que a alta competitividade é o maior trunfo do Brasil, mas também sua maior dor de cabeça para fechar os nomes. “Sim, são quatro vagas. Nesse sentido, temos muitas dúvidas. Por isso, nesta convocação, chamei jogadores novos que ainda não conheço muito bem. As dúvidas estão em um nome para a defesa, dois para o meio-campo e dois para o ataque”, explicou o comandante, sinalizando que a disputa por posição será feroz nos próximos amistosos.
O fator Neymar
A situação de Neymar permanece como a grande variável da Seleção Brasileira. Provocado por Galvão Bueno sobre a possibilidade de o camisa 10 ser o 22º nome da lista, Ancelotti preferiu exaltar o coletivo, sem fechar as portas para o craque, mas mantendo o sarrafo alto. Para o italiano, a sorte da Amarelinha é contar com atletas de muito talento, o que permite testes com jovens promessas enquanto os pilares do time não estão 100% fisicamente.
