Durante o duelo entre Atlético-MG e Pouso Alegre, pela sexta rodada do Campeonato Mineiro, no dia 31 de janeiro, o volante Alexsander sofreu ruptura total do ligamento colateral medial do joelho esquerdo. O jogador iniciou um tratamento com células-tronco para acelerar sua recuperação.
O departamento médico do clube mineiro optou por um tratamento conservador e descartou a necessidade de cirurgia no momento. Assim, o procedimento adotado utiliza células-tronco do próprio atleta na região do joelho lesionado, com o objetivo de estimular a cicatrização natural e acelerar o reparo dos tecidos.
“As células-tronco são cada vez mais utilizadas para acelerar a recuperação de lesões, especialmente em atletas, porque atuam estimulando os mecanismos naturais de regeneração do próprio organismo. Quando utilizamos células autólogas, ou seja, do próprio atleta, o objetivo é potencializar a cicatrização biológica, respeitando o tempo do corpo, mas oferecendo um estímulo mais eficiente à recuperação”, disse o doutor Luiz Felipe Carvalho, diretor do Departamento de Pesquisas com Células-Tronco do Centro de Pesquisa e Análises Heráclito (CPAH), em entrevista ao portal Terra.
As células-tronco são conhecidas pela capacidade de autorrenovação e regeneração de tecidos.
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— Atlético (@Atletico) February 12, 2026
Histórico de lesões do atleta influenciou na escolha do tratamento
Em maio de 2023, enquanto ainda defendia as cores do Fluminense, Alexsander lesionou o mesmo ligamento do joelho esquerdo. Na temporada, já com a camisa do Atlético-MG, o volante machucou o joelho direito, com uma lesão similar.
Assim, esse histórico influenciou na escolha pelo tratamento com células-tronco. Utilizar células retiradas do próprio atleta garante maior segurança ao procedimento, uma vez que elimina riscos de rejeição e melhora a resposta do corpo na região lesionada.
Por fim, o Atlético-MG não divulgou um prazo para o retorno de Alexsander aos gramados.





