Gabriel Bortoleto avaliou o desempenho da Audi no GP do Japão e destacou um problema recorrente da equipe: as largadas. O brasileiro admitiu que o time “sofre muito” nesse aspecto, fator que comprometeu sua corrida em Suzuka. Após partir da nona posição, o piloto caiu rapidamente para o 15º lugar nas primeiras voltas, o que dificultou qualquer tentativa de brigar por pontos.
“Isso já vem desde a Austrália. Perdi três, quatro posições na Austrália. Na China eu não larguei, mas Nico largou e perdeu todas as posições. A gente sofre bastante com largada, é algo que falei antes mesmo da corrida, que a gente estava tentando ajustar, mas tem sido complicado. Mas, de novo, isso faz parte, não tem o que fazer, a equipe sabe dos problemas que a gente tem e a gente está trabalhando para solucioná-los”, disse ao Sportv.
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Além da largada, Bortoleto também apontou dificuldades nas retas ao longo da prova, o que o deixou vulnerável às ultrapassagens.
“Em questão de aderência, comparado aos carros que estavam brigando com a gente, eu até estava melhor nas curvas. O problema é que a gente precisa investigar ainda, mas de reta faltou um pouco, a gente teve algum problema e eu não estava conseguindo acompanhar os caras na reta, tanto que fui bastante ultrapassado e não tinha como me manter ali”, falou.
Apesar das limitações, o brasileiro destacou pontos positivos no fim de semana, principalmente em relação ao desempenho do carro: “Mas estou feliz, sinceramente, com o carro, chassi em si, que a gente teve esse final de semana, fizemos uma boa classificação. Na corrida, a aderência era ok, faltou só alguns outros fatores”.
A Fórmula 1 agora entra em uma pausa no calendário e retorna apenas no início de maio com o GP de Miami. A interrupção ocorre por conta do cancelamento de etapas no Oriente Médio, impactadas pelo cenário de conflito envolvendo Estados Unidos, Irã e Israel, o que provocou ajustes no cronograma da temporada.
