O piloto George Russell teve a punição confirmada pela FIA nesta sexta-feira, 6, tornou-se o centro das atenções após um erro evitável na saída dos boxes em Albert Park. Durante os minutos iniciais do segundo treino livre, o britânico da Mercedes avançou de forma irregular sobre a faixa rápida do pit lane, interceptando a trajetória de Arvid Lindblad. O calouro da Racing Bulls, que detinha a preferência de passagem, não conseguiu desviar e acabou atingindo a asa dianteira do carro número 63, forçando a equipe alemã a realizar uma troca emergencial de componentes antes de retornar à pista.
Após analisar minuciosamente as imagens do circuito interno e a telemetria, os comissários desportivos determinaram que a responsabilidade pelo toque foi inteiramente do veterano de 28 anos. A punição veio em formato de reprimenda, uma advertência oficial que serve como último aviso antes de sanções mais severas no grid. Segundo o relatório, o piloto avançou lentamente e parou em uma posição que invadia a zona de rodagem, impossibilitando que Lindblad evitasse o contato com a placa lateral da asa da Mercedes.
Ver essa foto no Instagram
Comunicado oficial
Em nota oficial, a FIA foi direta ao explicar a decisão: “A colisão poderia ter sido evitada se o veículo 63 tivesse tomado as medidas adequadas e, portanto, impusemos uma penalidade de advertência ao condutor”, destacou o documento. Embora o carro 41 da Racing Bulls não tenha sofrido danos estruturais, a entidade máxima do automobilismo reforçou a importância do respeito à sinalização de saída de garagem. Vale lembrar que o regulamento da Fórmula 1 limita em quatro o número de reprimendas por ano; ao atingir a quinta marca, o competidor fica sujeito a ganchos automáticos e perda de posições no grid de largada.
