Lewis Hamilton cravou que a revolução técnica da Fórmula 1 em 2026 será o teste mais rigoroso de sua trajetória de duas décadas nas pistas. Às vésperas da abertura da temporada, o britânico destacou que a reformulação nos motores e chassis exige uma inteligência estratégica sem precedentes para gerir a energia elétrica. Após um ano de estreia difícil na Ferrari, sem pódios ou vitórias, o piloto de 41 anos desembarca para o GP da Austrália com um otimismo renovado, impulsionado pelo desempenho promissor do novo modelo SF-26 nos testes de inverno.
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Nova era de Hamilton
Iniciando sua 20ª temporada, Hamilton já atravessou diversas gerações de carros, desde os motores V8 em sua estreia, em 2007, mas nada se compara ao cenário atual. Nesta quinta-feira, 5, em Albert Park, o heptacampeão foi enfático ao descrever a complexidade das novas unidades de potência. “Será o maior desafio que já tivemos no esporte, sem dúvida. Normalmente há pequenas mudanças, mas essa é muito maior do que, pelo menos, as cinco grandes alterações pelas quais já passei”, afirmou o veterano.
Apesar da cautela com o regulamento, o objetivo de Hamilton com a Ferrari é um só: o topo do pódio. O britânico elogiou a evolução do carro italiano, mas mantém os olhos abertos para a concorrência, citando que a Mercedes parece “particularmente rápida” e que o real potencial da Red Bull ainda é um mistério. “Vencer. É para isso que todos estão trabalhando”, disparou o piloto, reforçando a confiança no grupo de engenheiros em Maranello para maximizar os resultados a cada fim de semana.
