O atual tetracampeão mundial da Fórmula 1, além da liderança e vantagem para os adversários nas pistas, também lidera um outro ranking da modalidade. Entre todos os pilotos que disputaram a última temporada da F1, Max Verstappen é o mais bem pago, com o salário mais alto da categoria mais aclamada do automobilismo mundial.
Aos 27 anos, o holandês foi o piloto que mais faturou em uma temporada pelo terceiro ano consecutivo, levando em consideração o levantamento anual da revista norte-americana ‘Forbes’. De acordo com a publicação, esse ano o piloto da RBR atingiu um valor recorde de 60 milhões de dólares de faturamento, cerca de R$ 363 milhões na cotação atual.
Verstappen lidera ranking de salários com folga
No entanto, o levantamento norte-americano não conta apenas com os salários dos pilotos. Levando em consideração os valores que recebeu por bônus contratuais, Max Verstappen totaliza R$ 454 milhões, com uma adição de 15 milhões de dólares fora dos seus vencimentos regulares com a RBR. O montante é superior em pouco mais de R$ 30 milhões do que o balanço de 2023.
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O segundo colocado no ranking é o heptacampeão mundial Lewis Hamilton. O britânico, em seu último ano de contrato com a Mercedes, embolsou 55 milhões de dólares em salário, cerca de R$ 333 milhões. No entanto, o bônus do veterano foi inferior a grande maioria dos pilotos do top-10, totalizando um montante de R$ 345 milhões com todas essas variantes inclusas.
O top-3 fecha com Lando Norris, da McLaren, com um total faturado de R$212 milhões, um grande salto para os dois primeiros. Na sequência, Fernando Alonso, da Aston Martin, em 4º (R$ 166 milhões), Charles Leclerc, da Ferrari, em 5º (R$ 164 milhões), George Russell, da Mercedes, em 6º (R$ 139 milhões), Oscar Piastri, da McLaren, em 7º (R$ 133 milhões), Sérgio Pérez, da RBR, em 8º (R$ 118 milhões), Carlos Sainz, da Ferrari, em 9º (R$ 115 milhões), e Pierre Gasly, da Alpine, em 10º (R$ 73 milhões).
