Raphinha passou a ser uma das principais preocupações da Seleção Brasileira durante a Copa do Mundo. O atacante sofreu uma lesão muscular na coxa direita durante a vitória sobre o Haiti, no dia 19 de junho, e desde então segue uma rotina intensiva para tentar reduzir o tempo de afastamento.
Desde o último sábado, o jogador alterna atendimento médico, fisioterapia, exames e conversas com a psicóloga da Seleção, Marisa Santiago. O caso de Raphinha chama atenção também pelo histórico recente: na última temporada, ele ficou 112 dias afastado por problemas musculares na mesma região.
A projeção mais otimista do departamento médico indica recuperação em até 15 dias, o que o tiraria, ao menos, da fase de 16-avos de final e das oitavas. Para isso, Raphinha faz até duas sessões diárias de fisioterapia, com foco na recuperação muscular e no alívio das dores. O protocolo é parecido com o usado por Neymar na recuperação de uma lesão na panturrilha e é tratado internamente como um bom exemplo de manejo de lesão em Mundial.
Ainda pelo Barcelona, o atacante também ficou 34 dias fora entre março e abril deste ano por uma lesão na coxa. Em nota, a CBF confirmou o problema: “O atleta Raphinha passou, neste sábado, por exame de imagem que confirmou lesão muscular na região posterior da coxa direita. O jogador seguirá um protocolo de tratamento intensivo, acompanhado pela equipe médica da Seleção Brasileira, visando sua recuperação e retorno às atividades no menor tempo possível”.
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O que diz a CBF sobre Raphinha
A Seleção ainda não trabalha com uma data exata para a liberação do atacante. Também não há previsão para o início da transição física e, enquanto o quadro exigir cuidados, “Raphinha estará fora dos treinos”, informaram fontes. O acompanhamento psicológico segue como parte do processo para reduzir a tensão causada pela lesão e pela pressão externa da torcida.
