Dormir pouco virou algo comum na rotina moderna, mas o corpo sente, e cobra, esse hábito. Especialistas alertam que dormir menos de seis horas por noite, de forma recorrente, pode desencadear uma série de impactos físicos e mentais, mesmo quando a pessoa acredita estar “funcionando normalmente”.
Um dos primeiros sistemas afetados é o hormonal. A privação de sono altera a produção de hormônios ligados à fome e à saciedade, o que pode aumentar o apetite e favorecer o ganho de peso. Além disso, o cortisol, hormônio do estresse, tende a ficar elevado, prejudicando o equilíbrio emocional.
A memória e a concentração também sofrem. Durante o sono, o cérebro consolida informações e organiza aprendizados do dia. Quando esse processo é interrompido, há queda no desempenho cognitivo, maior dificuldade de foco e aumento de erros em tarefas simples.
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Outro efeito importante está na imunidade. Dormir pouco reduz a capacidade do organismo de combater vírus e bactérias, deixando o corpo mais vulnerável a infecções. A longo prazo, a falta de sono também está associada ao aumento do risco de doenças cardiovasculares, diabetes e problemas metabólicos.
Mesmo sem sintomas imediatos, o déficit de sono costuma se manifestar de forma gradual, com cansaço constante, irritabilidade e sensação de esgotamento. Por isso, especialistas reforçam que dormir entre 7 e 9 horas por noite é fundamental para a saúde e o bem-estar.





