O café faz parte da rotina de milhões de pessoas e é conhecido por melhorar o foco, a disposição e até o desempenho físico. No entanto, quando consumido em excesso, a bebida pode deixar de ser aliada da saúde e começar a causar efeitos indesejados no organismo.
De forma geral, estudos indicam que até 400 mg de cafeína por dia é um limite seguro para adultos saudáveis, o equivalente a cerca de três a quatro xícaras de café coado. Acima disso, o corpo pode reagir com sintomas como ansiedade, irritabilidade, taquicardia e dificuldade para dormir.
O impacto do café varia de pessoa para pessoa. Enquanto alguns toleram bem doses maiores, outros sentem os efeitos com quantidades menores. Isso acontece porque fatores como genética, metabolismo, estresse e qualidade do sono influenciam a forma como o organismo processa a cafeína.
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Outro ponto de atenção é o horário do consumo. Tomar café no fim da tarde ou à noite pode atrapalhar o sono, mesmo que a pessoa não perceba imediatamente. A cafeína pode permanecer ativa no corpo por até seis horas, reduzindo a profundidade do descanso e afetando a recuperação física e mental.
Apesar dos cuidados, o café não é vilão. Em quantidades moderadas, a bebida está associada à redução do risco de doenças cardiovasculares, melhora da atenção e até proteção contra algumas doenças neurodegenerativas. O segredo está no equilíbrio e na observação dos sinais do próprio corpo.





