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Futebol / situação administrativa

Ivan Moré critica modelo de eleições no Corinthians: ‘Quem vota, vota em nomes e não em projetos’

Com uma dívida superior a mais de R$ 2 bilhões, para concorrer à presidência do clube é necessário uma série de exigências que, segundo Ivan, são consideradas “nefastas”

Redação Publicado em 11/07/2024, às 00h02

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Ivan Moré comenta processo administrativo do Timão - Reprodução e Diego Ribeiro
Ivan Moré comenta processo administrativo do Timão - Reprodução e Diego Ribeiro

“Torcedor, só depende de você para acabar com essa hierarquia nefasta”. Foi assim que o
jornalista Ivan Moré criticou o formato das eleições do Corinthians. Após a exibição de uma
reportagem especial, durante o ‘Qualé Moré’ desta terça-feira (9), o apresentador explicou
o funcionamento do pleito dentro do clube paulista.

Com uma dívida superior a mais de R$ 2 bilhões, para concorrer à presidência do clube é necessário uma série de exigências que, segundo Ivan, são consideradas “nefastas” e “ultrapassadas”.

“Torcedor, fica a dica nessa reportagem. Você quer acabar com essa hierarquia nefasta que existe no Corinthians? Com as gestões de Mário Gobbi,Roberto de Andrade, Duílio Monteiro Alves e de Andrés Sanchez? De Augusto Melo, que não sabe o que está fazendo? Só depende de você fazer um tipo de mobilização para pressionar mais o clube a transformar esse cenário. Só por meio da revolução do povo, de forma pacífica e ordenada, para remover essa ‘corja’ do poder, que só provoca atraso em um dos maiores clubes do Brasil”, concluiu Ivan.

De acordo com a reportagem, o Estatuto do Sport Club Corinthians Paulista prevê que para concorrer à Presidência do clube é necessário ter dois mandatos como conselheiro ou ser um conselheiro vitalício. Além disso, o candidato deve ter mais de dez anos como associado patrimonial. Por fim, só estão permitidos votar os sócios patrimoniais com pelo menos cinco anos de associação. Também podem votar os sócios conhecidos como “Remidos”, um modelo antigo de título criado na década de 1950.