Carlo Ancelotti chega à convocação final da Copa do Mundo com três baixas importantes e um problema inesperado para resolver na Seleção Brasileira. Nesta segunda-feira, 18, o treinador italiano anuncia os 26 jogadores que defenderão o Brasil no Mundial de 2026, mas já sem alguns dos atletas que faziam parte de seus planos iniciais.
A ausência mais recente é a de Estêvão, artilheiro da Seleção sob o comando de Ancelotti. O atacante do Chelsea marcou cinco gols em sete partidas pelo Brasil no último ano e vinha sendo presença constante no setor ofensivo da equipe.
Outro desfalque relevante é Éder Militão. Mesmo improvisado pela direita em diversos momentos, o defensor do Real Madrid se consolidou como uma das principais soluções encontradas por Ancelotti na defesa durante as dez partidas à frente da Seleção Brasileira. Além da lateral, o jogador também aparecia como opção natural para atuar no centro da zaga.
Rodrygo também está fora do Mundial após romper o ligamento cruzado anterior do joelho direito. O atacante do Real Madrid deve retornar aos gramados apenas no fim do ano e disputava espaço entre os principais nomes do sistema ofensivo do treinador italiano.
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Seleção Brasileira revive cortes marcantes em Copas
Problemas físicos às vésperas da Copa do Mundo não são novidade na história da Seleção Brasileira. Em 1994, Carlos Alberto Parreira perdeu Mozer, diagnosticado com hepatite, e Ricardo Gomes, lesionado durante amistoso contra El Salvador. Aldair e Ronaldão acabaram chamados para o elenco campeão do tetra.
Já em 2002, Luiz Felipe Scolari sofreu uma baixa importante pouco antes da estreia contra a Turquia. O volante Emerson deslocou o ombro durante um treino recreativo e foi cortado da competição. Ricardinho assumiu a vaga no grupo que conquistaria o pentacampeonato mundial.
