A Copa do Brasil 2026 terá a maior distribuição financeira da história, mas o campeão pode acabar recebendo menos do que na temporada passada. A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) definiu um teto de R$ 99,25 milhões para o vencedor, abaixo dos R$ 101 milhões pagos em 2025, mesmo com o aumento no número de participantes e fases.
A lógica está diretamente ligada ao novo formato da competição. Clubes da Série A entram apenas na quinta fase, o que reduz o número de etapas disputadas e, consequentemente, o total acumulado ao longo do torneio. Em 2025, o Corinthians, atual campeão, faturou R$ 97,79 milhões, valor abaixo do teto justamente por não ter iniciado desde a primeira fase.
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Premiação vai depender do caminho até a final
A CBF manteve o modelo progressivo de pagamentos por fase, com valores iguais a partir da quinta rodada, quando passam a competir os clubes da elite. A estrutura contempla 126 equipes, número recorde, e distribui bônus desde a primeira fase, com valores que variam conforme o grupo ao qual o clube pertence. Apenas equipes que disputarem o torneio desde o início conseguem atingir o teto máximo da premiação.
Para a decisão, os valores continuam elevados: o vice-campeão receberá R$ 34 milhões, enquanto o campeão garantirá R$ 78 milhões apenas pela final, além das cotas acumuladas nas fases anteriores. A diferença entre semifinalistas e finalistas permanece significativa, mantendo a estratégia da entidade de valorizar o duelo decisivo.





