Casares teve gastos de R$ 500 mil no cartão corporativo do São Paulo, e o caso voltou a gerar repercussão nesta semana. O ex-presidente, que comandou o clube entre 2021 e janeiro de 2026, utilizou recursos do clube em despesas que incluíram lojas de grife e cabeleireiro, segundo informações do ge.
Após a constatação dos gastos, Casares devolveu o valor, porém somente no segundo semestre de 2025. A devolução ocorreu com atualização monetária, mas o Conselho Fiscal do clube questiona qual índice foi aplicado, se CDI, IPCA ou outro, já que o São Paulo tem custo de capital de CDI + 9% ao ano para captação de recursos.
Ver essa foto no Instagram
Conselho Fiscal avalia correção monetária
O setor responsável pelo controle financeiro iniciou a análise detalhada da gestão de Casares, levantando todos os gastos ocorridos durante seu mandato. A principal preocupação é verificar se a atualização dos valores devolvidos preservou o patrimônio do clube, considerando que qualquer distorção pode gerar prejuízos financeiros.
Caso seja identificada uma correção inadequada, a situação pode levar a pedidos formais de esclarecimento e até ações internas de cobrança. A análise completa do Conselho Fiscal está prevista para ser concluída em breve, e será decisiva para definir próximos passos sobre o caso.





