O futuro de Hulk no Atlético-MG voltou ao centro das atenções do futebol brasileiro em 2026. O atacante se manifestou publicamente sobre uma possível saída do clube, após dias de especulações e informações desencontradas. Em pronunciamento nas redes sociais, o camisa sete afirmou que não pediu rescisão de contrato, mas admitiu sentir-se desvalorizado do ponto de vista esportivo.
Hulk relatou que foi autorizado a ouvir propostas de outras equipes e confirmou a existência de uma oferta do Fluminense. Ao mesmo tempo, o Atlético-MG sinalizou interesse em manter o jogador, a ponto de oferecer extensão contratual até 2027. Entre discursos públicos e bastidores, o caso expõe questões de planejamento, protagonismo e gestão de elenco.
Hulk no Atlético-MG: qual é o centro da insatisfação?
O atacante declarou que não recebeu do clube um “projeto esportivo claro, garantido e definido”. Em outras palavras, a principal preocupação estaria ligada ao papel que desempenhará dentro de campo nos próximos anos. A discussão não se limita a salário ou duração do contrato, mas à utilização do atleta em nível competitivo compatível com sua trajetória.
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De um lado, Hulk afirma que não forçou saída, não exigiu titularidade e não tentou impor condições ao técnico. Do outro, a cúpula alvinegra reforça publicamente que não pretende vê-lo longe de Belo Horizonte. O ponto sensível parece ser o equilíbrio entre respeito à hierarquia da comissão técnica e reconhecimento ao ídolo, que ainda se vê em condições de entregar desempenho relevante.
O episódio envolvendo Hulk e Atlético-MG ganha força também pela presença de outro protagonista: o Fluminense. O clube carioca apresentou uma proposta por duas temporadas, que, segundo o jogador, o valoriza sobretudo em termos esportivos, ainda que não represente um ganho financeiro superior ao atual. O interesse tricolor indica que o mercado enxerga margem para o atacante seguir atuando em alto nível.
A pergunta sobre Hulk no Atlético-MG em 2026 ainda não tem resposta definitiva. Nas redes sociais, o atacante garantiu que pretende cumprir o contrato até o final deste ano, mesmo com a autorização para escutar outras propostas. Ele reforçou que não se considera “mercenário” e que não pediu para sair, tentando afastar a imagem de conflito com o clube.





