De volta à Fórmula 1 em 2026, Sergio Pérez se pronunciou nas redes sociais a respeito da invasão dos EUA em território venezuelano. Em um post nos stories do Instagram, o piloto mexicano demonstrou apoio à população da Venezuela e afirmou estar orando por eles. Por outro lado, o representante da Cadillac ainda deixou um recado no final da mensagem ao pedir que o país sul-americano fique livre.
“Irmãos e irmãs venezuelanos, envio um abraço caloroso e sincero. Vocês são um exemplo de que a fé nunca se perde. Minhas orações estão com todos vocês. Venezuela livre“, escreveu Sergio Pérez nas redes sociais. Vale citar que o apoio do piloto à Venezuela segue uma linha coerente, já que os EUA também ameaçam o México para tentar resolver o problema envolvendo o tráfico de drogas na região.
No último final de semana, Donald Trump autorizou a invasão dos EUA na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro e de Cilia Flores, sua esposa. Ambos vão responder por narcoterrorismo, conspiração para importar cocaína, posse de metralhadoras e conspiração. O casal está preso em Nova York e espera o julgamento para conhecer o resultado final de toda essa situação.
Ver essa foto no Instagram
Sergio Pérez na Fórmula 1
Nesta temporada, Sergio Pérez vai retornar ao grid da Fórmula 1 com a Cadillac. Em entrevista ao podcast “Oso Trava”, o piloto relembrou os anos que passou na Red Bull e falou sobre os problemas de relacionamento com o ex-chefe Christian Horner e o holandês Max Verstappen. Assim, vale lembrar que o mexicano viveu seus melhores anos durante o período na equipe.
“Eu estava na melhor equipe, mas era uma equipe muito complicada. Ser companheiro de equipe de Max já é muito difícil, mas ser companheiro de Max na Red Bull é o pior trabalho que se pode ter na Fórmula 1. A equipe reclamava de tudo. Na Red Bull, sempre havia uma questão. Se era mais rápido, era um problema e criava um ambiente muito tenso. Se era mais lento que Max, também era um problema“, disse Pérez.





