Ferran Torres entrou definitivamente para a história do futebol espanhol neste domingo, 19. O atacante marcou, aos 106 minutos da prorrogação, o gol que garantiu a vitória por 1 a 0 sobre a Argentina e deu à Espanha o segundo título da Copa do Mundo.
Aos 26 anos, Ferran Torres é um dos principais nomes da geração espanhola. Revelado pelo Valencia, ganhou projeção no Manchester City, sob o comando de Pep Guardiola, antes de acertar sua transferência para o Barcelona, clube que defende desde 2022.
Versátil, o camisa 11 pode atuar pelos dois lados do ataque ou como centroavante. Ao longo dos últimos anos, tornou-se presença constante nas convocações da seleção espanhola, participando de campanhas importantes, como a Eurocopa e a Liga das Nações.
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Na final da Copa do Mundo, porém, viveu o momento mais marcante da carreira. Em uma decisão equilibrada e sem gols no tempo regulamentar, Ferran apareceu na prorrogação para balançar as redes de Emiliano Martínez e escrever seu nome entre os heróis da história da Espanha.
Depois de perder a vaga entre os titulares após a estreia diante de Cabo Verde, Ferran Torres transformou-se em uma das principais armas de Luis de la Fuente no banco de reservas. O camisa 7 foi acionado em todos os jogos seguintes e já havia participado diretamente da classificação às quartas ao dar a assistência para o gol de Merino contra Portugal.
