A reta decisiva do Mundial vale muito mais do que uma vaga na final. França, Espanha, Inglaterra e Argentina, classificadas às semifinais da Copa do Mundo, já têm garantidos US$ 27 milhões (cerca de R$ 138 milhões) cada, valor correspondente à premiação destinada ao quarto colocado. As seleções entram em campo, nesta terça-feira, 14, e quarta-feira, 15, de olho não apenas na taça, mas também em uma recompensa financeira ainda maior.
Os valores aumentam conforme a classificação final. Quem terminar em terceiro lugar receberá US$ 29 milhões, cerca de R$ 2 milhões a mais que o quarto colocado. O vice-campeão ficará com US$ 33 milhões, enquanto o campeão levará o maior prêmio da competição: US$ 50 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 256 milhões.
O Brasil, eliminado nas oitavas de final e encerrando sua participação na 11ª colocação — igualando sua segunda pior campanha em Copas do Mundo —, recebeu US$ 15 milhões, cerca de R$ 77 milhões. Além disso, todas as 48 seleções participantes garantiram R$ 53,7 milhões apenas por disputarem o torneio, sendo R$ 7,6 milhões destinados aos custos de preparação.
Premiação da Copa do Mundo bate recorde
A Fifa distribuirá, ao todo, US$ 727 milhões, aproximadamente R$ 3,7 bilhões, na Copa do Mundo de 2026. O montante representa um aumento de 50% em relação ao Mundial de 2022, no Catar, quando pouco mais de R$ 2 bilhões foram pagos às seleções.
O crescimento também aparece no prêmio reservado ao campeão. Em 2022, a Argentina recebeu US$ 42 milhões pelo título. Quatro anos antes, na Rússia, a França faturou US$ 38 milhões. Para 2026, a entidade elevou a premiação para US$ 50 milhões, estabelecendo um novo recorde na história da competição.
Premiação da Copa do Mundo 2026
- Campeão: US$ 50 milhões
- Vice-campeão: US$ 33 milhões
- 3º lugar: US$ 29 milhões
- 4º lugar: US$ 27 milhões
- 5º ao 8º lugar: US$ 19 milhões
- 9º ao 16º lugar: US$ 15 milhões
- 17º ao 32º lugar: US$ 11 milhões
- 33º ao 48º lugar: US$ 9 milhões
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