O Brasil vai à Copa do Mundo de 2030 carregando o maior intervalo sem títulos de sua trajetória. Após a derrota para a Noruega, a Seleção chegará a 28 anos sem erguer a taça, superando qualquer marca anterior desde a conquista inaugural, em 1958.
Desde que entrou na lista dos campeões, o Brasil nunca havia ficado mais de 24 anos sem voltar ao topo. O recorde anterior era o período entre o tricampeonato, em 1970, e o tetra, em 1994. A última conquista veio em 2002,. Desde então, a equipe soma eliminações nas quartas de final em 2006, 2010, 2018 e 2022, além do 7 a 1 para a Alemanha, na semifinal de 2014, e da eliminação para a Noruega nas oitavas .
Entre as seleções já sem possibilidade de título, apenas o Uruguai terá uma espera maior. Bicampeão, o país não vence desde 1950 e chegará a 2030 com 80 anos sem troféu. A Alemanha, eliminada pelo Paraguai na segunda fase, terá 16 anos de jejum desde a conquista de 2014.
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Brasil vê rivais ainda vivos com longas esperas
Entre as equipes que seguem na disputa, Espanha e Inglaterra aparecem com os maiores jejuns. Os espanhóis, campeões em 2010, podem completar 20 anos sem título em 2030. A Inglaterra, vencedora em 1966, chegará a 60 anos sem levantar a taça caso não conquiste a edição atual. A França venceu em 2018, e a Argentina é a atual campeã, com o título de 2022.
Pensando em 2030, o cenário entre os campeões fica assim:
- Alemanha: 16 anos
- Itália: 24 anos
- Brasil: 28 anos
- Uruguai: 80 anos
Entre os que ainda estão vivos na Copa do Mundo:
- França: 8 anos
- Espanha: 16 anos
- Inglaterra: 60 anos
- Argentina: atual campeã
