A contagem regressiva para a Copa do Mundo de 2026 tornou-se um período de angústia para torcedores e treinadores, com a lista de baixas crescendo a cada rodada das ligas europeias. Com desfalques confirmados em potências como Brasil, Alemanha e França, o cenário para o torneio na América do Norte sofreu mudanças drásticas nesta reta final de temporada.
Drama na Seleção Brasileira
O setor ofensivo do Brasil sofreu um golpe duríssimo com a confirmação de que Rodrygo, peça fundamental do Real Madrid, está fora da Copa após sofrer uma ruptura do ligamento. O tratamento para este tipo de lesão é longo e impede qualquer chance de retorno imediato.
Cenário internacional
A Alemanha também lamenta o corte de Serge Gnabry; o meia-atacante do Bayern de Munique sofreu uma ruptura do músculo adutor da coxa direita durante um treino. A gravidade do rompimento muscular exige um repouso absoluto de, no mínimo, três meses, o que invalida sua participação no torneio.
Outros dois nomes de peso tiveram seus sonhos interrompidos por problemas no tendão de Aquiles, uma das lesões mais temidas por jogadores de explosão. A França perdeu o atacante Hugo Ekitiké, do Liverpool, que não terá tempo hábil de recuperação para o Mundial. O mesmo destino selou a sorte de Luis Ángel Malagón, goleiro titular do México, que também sofreu uma contusão no tendão em março.
Alerta ligado
Além dos cortes já sacramentados, o mundo do futebol observa com apreensão a situação de dois jovens fenômenos. No Chelsea, o brasileiro Estêvão tornou-se uma dúvida dramática devido a uma lesão grave na coxa direita, aguardando exames complementares para definir o melhor tratamento. Já na Espanha, Lamine Yamal acendeu o sinal de alerta após um problema muscular o tirar do restante da temporada do Barcelona. Embora o staff espanhol esteja otimista, a fragilidade física do jovem de 18 anos coloca sua participação sob monitoramento constante até o dia do embarque.
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