O apelido que acompanhou Oscar Schmidt por toda a carreira surgiu ainda nos primeiros anos como profissional. A fama de “Mão Santa” veio da eficiência nos arremessos, que rapidamente chamou atenção desde sua estreia pelo Palmeiras, na década de 1970.
Com alto aproveitamento e grande volume de pontos, Oscar Schmidt se destacou cedo no basquete brasileiro, o que ajudou a consolidar o apelido entre torcedores e companheiros. A facilidade para pontuar virou uma das principais marcas do jogador ao longo dos anos.
Apesar disso, o próprio ex-atleta já explicou em diferentes ocasiões que não via sua precisão como algo “sobrenatural”, mas sim como resultado direto de repetição, treino e dedicação constante ao fundamento.
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Os números ajudam a dimensionar esse impacto. Ao longo da carreira, entre 1974 e 2003, Oscar acumulou 49.737 pontos e chegou a ser o maior cestinha da história do basquete, superando nomes como Kareem Abdul-Jabbar. Atualmente, o recorde pertence a LeBron James.
Mesmo com a mudança no topo da lista geral, o brasileiro mantém um feito histórico: é o maior pontuador da história dos Jogos Olímpicos, com 1.093 pontos somados em cinco edições disputadas. Pela Seleção Brasileira de basquete, também construiu uma trajetória marcante, com nove medalhas e o título dos Jogos Pan-Americanos de 1987, um dos momentos mais emblemáticos do esporte nacional.
