Carlo Ancelotti encerrou a Data Fifa de março com o rascunho da Copa do Mundo de 2026 praticamente transformado em documento oficial. Nesta quarta-feira, 1º de abril, após o triunfo sobre a Croácia nos Estados Unidos, ficou claro que o trabalho do italiano na Seleção atingiu o nível de maturação desejado. Com 24 jogadores com “passaporte carimbado”, o treinador agora se debruça sobre um dilema final: como preencher as últimas duas cadeiras do avião para o Mundial.
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De acordo com o portal “ge”, as convicções são totais no setor defensivo e não devem sofrer alterações até o dia 18 de maio, data da convocação oficial. Sob o comando de Ancelotti, o trio de goleiros Alisson, Ederson e Bento está confirmado. Na zaga, a hierarquia foi respeitada com Marquinhos, Gabriel Magalhães, Éder Militão e Danilo, reforçados pelas ótimas impressões deixadas por Léo Pereira e Bremer. Nas alas, Wesley, Alex Sandro e Douglas Santos completam o setor que o treinador considera “blindado”.
Se a defesa está resolvida, o setor ofensivo é o que tira o sono do italiano devido ao excesso de opções qualificadas. Casemiro e Bruno Guimarães seguem como os pilares do meio de campo, acompanhados por Fabinho, Andrey Santos e o fenômeno Danilo Santos, do Botafogo. Na frente, nomes como Vini Jr, Raphinha, Estêvão e Matheus Cunha já receberam o “sim” interno. No entanto, o brilho de Endrick contra os croatas forçou uma reavaliação, colocando o jovem atacante em rota de colisão direta com Lucas Paquetá e Igor Thiago pelas duas vagas restantes.
“O que me deixa mais satisfeito é que os novos aproveitaram a oportunidade. Obviamente, aumenta a dúvida para a lista definitiva”, declarou Ancelotti, sinalizando que a meritocracia será o critério de desempate. Enquanto a situação de Neymar segue como uma incógnita tratada com cautela, o foco de Ancelotti se volta para o desempenho final dos atletas em suas ligas nacionais. O anúncio oficial dos 26 escolhidos ocorrerá no Rio de Janeiro.
