Quando uma partida se estende para a prorrogação, o impacto no corpo dos atletas se intensifica. Após o tempo regulamentar, os músculos já estão submetidos a alto nível de desgaste, com reservas de energia reduzidas e sinais de fadiga acumulada.
Durante esse período, o organismo começa a enfrentar uma queda nos níveis de glicogênio, principal fonte de energia muscular. Com menos combustível disponível, a capacidade de explosão, velocidade e resistência diminui, afetando diretamente o desempenho.
Além disso, há acúmulo de metabólitos gerados pelo esforço físico, o que contribui para a sensação de peso nas pernas e dificulta a contração muscular eficiente. Esse cenário aumenta a probabilidade de erros técnicos e reduz a precisão dos movimentos.
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Outro fator importante é a fadiga neuromuscular. Com o cansaço, a comunicação entre cérebro e músculos se torna menos eficiente, impactando coordenação, tempo de reação e tomada de decisão.
A prorrogação também eleva o risco de lesões. Com os músculos já desgastados, a capacidade de absorver impacto e realizar movimentos intensos diminui, tornando o corpo mais vulnerável a distensões e outras lesões musculares.
Por isso, estratégias de preparação física, hidratação e recuperação são fundamentais para lidar com esse tipo de situação.
