Nesta quarta-feira, 25, Artur Jorge foi apresentado oficialmente ao Cruzeiro e não fugiu dos questionamentos sobre a crise técnica que assola o clube. O treinador, anunciado no último domingo, 22, chega com um contrato longo, válido até dezembro de 2027, e a responsabilidade de implementar uma filosofia de jogo vencedora em meio ao caos dos resultados. A chegada de representa uma aposta da diretoria em uma comissão técnica multidisciplinar, que inclui os assistentes André Cunha e João Cardoso, o preparador Tiago Lopes e o analista Rodrigo Mira.
Questionado sobre o que é necessário para tirar o time da 20ª colocação, o técnico português foi pragmático e direto em sua análise. Para ele, a qualidade do grupo de jogadores é superior ao que a tabela mostra atualmente, restando apenas o ajuste mental e tático para que os triunfos voltem a acontecer. “É ganhar. É o que falta fazer. Falta ganhar, falta poder ter consistência, consistência é ganhando. De fato, estamos atualmente em último lugar. É uma posição que não condiz com a qualidade deste elenco do Cruzeiro. Para mim, é muito fácil responder que falta ganhar, e vamos ganhar brevemente”, afirmou convictamente o novo treinador durante a coletiva.
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Luta contra o rebaixamento
A situação da equipe no Campeonato Brasileiro é alarmante: são apenas quatro pontos somados em oito partidas disputadas. O início da era terá o seu primeiro grande teste no dia 1º de abril, às 20h, quando a Raposa recebe o Vitória no Mineirão. Com o apoio da torcida em Belo Horizonte, o objetivo é transformar a consistência mencionada pelo técnico em pontos reais na tabela, saindo da incômoda lanterna o mais rápido possível.
