Anderson Silva confirmou que não pretende mais atuar no MMA. Aos 50 anos, o ex-campeão do UFC afirmou que não tem mais motivação para voltar ao octógono e recusou um convite recente para lutar em um evento organizado por Jake Paul.
Considerado um dos maiores nomes da história do esporte, o brasileiro explicou ao “The Ariel Helwani Show” que vive um novo momento fora das artes marciais mistas e que está focado em outros objetivos pessoais.
“Nakisa Bidarian (CEO da Most Valuable Promotions) me convidou para lutar MMA ou kickboxing, mas como estou nesse processo de me tornar policial agora, para estudar e manter minha mente focada em uma coisa só, eu simplesmente disse: ‘não posso desta vez’.”, falou.
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“Mas, quando eu terminar tudo isso, provavelmente terei mais uma ou duas lutas, mas só no boxe. Não tenho mais cabeça para treinar MMA. É muito difícil para mim voltar a treinar MMA. Eu treino jiu-jitsu todos os dias e boxe duas vezes por semana, mas MMA nunca mais”, seguiu.
A possibilidade de retorno chegou a ganhar força nas últimas semanas, após o anúncio de lutas envolvendo nomes como Ronda Rousey e Gina Carano em um evento previsto para maio. Ainda assim, Anderson descartou qualquer participação.
Longe do UFC desde outubro de 2020, quando foi derrotado por Uriah Hall, o brasileiro passou a se dedicar ao boxe. Nesse período, venceu nomes como Julio César Chávez Jr., além dos ex-UFC Tyron Woodley e Tito Ortiz.
Para encerrar a carreira, o ex-campeão revelou possíveis adversários: “Eu acho que uma luta boa seria com o Chris Weidman. E a outra luta, eu não sei, talvez Hayato Sakurai. Acho que essas seriam duas lutas interessantes para mim.”
