Mesmo com o avanço de novas tecnologias no esporte, um método tradicional continua presente nos bastidores das competições: o uso do gelo na recuperação física. A chamada crioterapia, aplicação de frio no corpo após esforço intenso, ainda é uma das estratégias mais utilizadas por atletas e equipes médicas para lidar com desgaste muscular.
Após treinos ou partidas, o corpo pode apresentar pequenas inflamações e microlesões musculares causadas pelo esforço repetitivo. A aplicação de gelo ajuda a reduzir a temperatura da região afetada, provocando a contração dos vasos sanguíneos e diminuindo o fluxo local. Esse processo contribui para controlar inflamações e aliviar dores musculares.
Além do efeito anti-inflamatório, o gelo também ajuda a reduzir o inchaço e a sensação de rigidez que pode surgir após atividades físicas intensas. Por isso, banhos de gelo e compressas frias são comuns em vestiários e centros de treinamento, especialmente em esportes com calendário apertado.
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Nos últimos anos, o método passou a conviver com outras técnicas modernas de recuperação, como botas de compressão, criocâmaras e protocolos personalizados de fisioterapia. Ainda assim, especialistas apontam que o gelo segue sendo uma ferramenta simples, acessível e eficaz quando utilizado corretamente.
O uso da crioterapia também está ligado à rotina de prevenção. Ao controlar inflamações e acelerar o processo de recuperação muscular, atletas conseguem voltar aos treinos com menos desconforto e menor risco de agravamento de pequenas lesões.
