A gigante chinesa BYD, uma das maiores fabricantes de carros elétricos do mundo, avalia dar um passo inédito no automobilismo. Segundo reportagem da Bloomberg, a empresa estuda a possibilidade de entrar na Fórmula 1 como parte de sua estratégia de expansão global.
Ainda não existe uma decisão definitiva, mas a categoria aparece como uma das alternativas analisadas pela companhia. O avanço da eletrificação nos motores híbridos da F1 é visto como um fator que aproxima o campeonato da filosofia da marca.
Caso avance com o projeto, a BYD poderia criar uma equipe própria, nos moldes do que fez a Cadillac, ou adquirir uma escuderia já existente, estratégia utilizada pela Audi ao assumir o projeto da Sauber.
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O principal obstáculo para a entrada seria o alto investimento necessário para competir na categoria. Estimativas apontam que operar uma equipe de Fórmula 1 pode custar cerca de US$ 500 milhões por temporada. Além da F1, a empresa também estuda outras categorias do automobilismo, como o Campeonato Mundial de Endurance, que inclui provas tradicionais como as 24 Horas de Le Mans.
A Fórmula 1, por sua vez, tem ampliado sua presença no mercado chinês nas últimas décadas. O Circuito Internacional de Xangai recebe corridas desde 2004 e revelou o primeiro piloto chinês da categoria, Guanyu Zhou. Caso o projeto avance, a BYD poderá se tornar a primeira equipe chinesa da história da F1.
