Nesta terça-feira, 24, a presidente Claudia Sheinbaum afirmou categoricamente que existem “todas as garantias” para a realização da Copa do Mundo de 2026 no México. A declaração surge como uma resposta urgente à onda de violência desencadeada pela morte de “El Mencho”, o líder de cartel mais procurado do país, cuja operação militar gerou ataques coordenados e bloqueios em diversas regiões nos últimos dias.
Questionada sobre o perigo real para os turistas que visitarão a Cidade do México, Monterrey e Guadalajara, Sheinbaum foi enfática ao dizer que “não há risco”. A mandatária explicou que, apesar de novos bloqueios terem surgido durante a madrugada, as forças de segurança estão operando para normalizar a situação após os conflitos de domingo. O objetivo é assegurar que o Mundial ocorra sem surpresas, mantendo a ordem nas capitais que receberão torcedores de todo o globo a partir de junho.
Mesmo com a pressão pela morte do criminoso, a presidente reforçou que manterá a estratégia política de seu antecessor, focada em causas estruturais da violência sob o lema “abraços, não balas”. “A detenção de um suposto criminoso com mandado de prisão pode gerar esse tipo de circunstância, mas buscamos a paz, não a guerra”, declarou Sheinbaum.
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Palco da Copa do Mundo de 2026
O México será o palco de 13 das 104 partidas da Copa do Mundo, com destaque para Guadalajara, que sediará quatro confrontos. Além do calendário oficial que se inicia em 11 de junho, o país também receberá uma série de amistosos preparatórios. O governo federal agora corre contra o tempo para estabilizar as áreas de conflito.
