Uma reviravolta importante marcou o caso de Cain Velásquez nesta segunda-feira, 16. O ex-detentor do cinturão dos pesos-pesados do UFC recebeu o direito à liberdade condicional após passar os últimos 10 meses sob custódia. A decisão judicial permite que o veterano das artes marciais mistas deixe o sistema carcerário, ainda que sob condições rigorosas.
Velásquez estava detido em decorrência de um episódio ocorrido no início de 2024, quando se envolveu em uma perseguição e tiroteio na Califórnia. Segundo os autos, a motivação do ex-atleta teria sido uma tentativa de justiça com as próprias mãos contra um homem acusado de estuprar o filho de Cain. No incidente, o padrasto do suspeito acabou sendo atingido.
Condições da liberdade de Cain Velásquez
Apesar de poder voltar para casa, a rotina de Velásquez não será de total liberdade. A justiça determinou o uso de monitoramento eletrônico (tornozeleira) e restrições de locomoção. Além disso, o ex-lutador precisará cumprir horários específicos e não poderá ter qualquer tipo de contato com as vítimas ou testemunhas do caso.
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Desde que foi preso, Cain Velásquez recebeu uma onda de apoio de grandes nomes do MMA, como Dana White, Khabib Nurmagomedov e Daniel Cormier. Muitos colegas de profissão e fãs defenderam a integridade do ex-campeão, alegando que ele agiu sob extremo estresse emocional devido à gravidade da situação envolvendo sua família.
O julgamento definitivo de Velasquez ainda não tem uma data final confirmada, mas a defesa do lutador vê a concessão da liberdade provisória como um passo fundamental para a estratégia de defesa e para o bem-estar psicológico do atleta e de seus dependentes.
