A temperatura da água no banho pode ir muito além da sensação de conforto. Estudos e especialistas apontam que tanto o banho quente quanto o frio provocam respostas distintas no organismo, influenciando desde a circulação sanguínea até o humor e a qualidade do sono.
Banho quente: relaxamento e desaceleração
O contato com a água quente provoca vasodilatação, relaxa a musculatura e reduz a tensão acumulada ao longo do dia. Por isso, costuma ser recomendado à noite, como parte de uma rotina de desaceleração.
Entre os principais benefícios estão:
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Relaxamento muscular
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Alívio de dores e rigidez corporal
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Redução do estresse
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Facilitação do sono, quando feito antes de dormir
No entanto, banhos muito longos ou excessivamente quentes podem causar queda de pressão e ressecamento da pele, exigindo moderação.
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Banho frio: estímulo e alerta
Já o banho frio gera uma resposta oposta no corpo. O choque térmico provoca vasoconstrição e ativa o sistema nervoso, aumentando o estado de alerta.
Os efeitos mais associados são:
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Sensação de energia e disposição
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Estímulo à circulação
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Redução da inflamação muscular
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Melhora do foco e do humor em curto prazo
Por esse motivo, costuma ser mais indicado pela manhã ou após atividades físicas intensas.
Existe um melhor?
Não há uma resposta única. O “melhor” banho depende do objetivo: relaxar ou despertar, recuperar ou estimular. Algumas pessoas, inclusive, adotam a alternância entre quente e frio, prática conhecida como contraste térmico, bastante usada na recuperação física.
Independentemente da escolha, o equilíbrio é fundamental. Ouvir os sinais do corpo e respeitar limites individuais é o principal cuidado para transformar um hábito cotidiano em um aliado da saúde.





