Novak Djokovic vive um momento simbólico no Australian Open. Aos 38 anos, o sérvio alcançou mais uma semifinal de Grand Slam após a desistência de Lorenzo Musetti. O italiano vencia o confronto por 2 sets a 0. A situação em Melbourne reacendeu o debate sobre a longevidade do tenista, o peso de seus 24 títulos de Grand Slam e a disputa com uma nova geração representada por Jannik Sinner e Carlos Alcaraz.
Além do resultado em quadra, a entrevista coletiva depois da partida chamou atenção. Questionado se estaria “perseguindo” Sinner e Alcaraz, apontados como favoritos ao título do Australian Open, Djokovic rebateu o foco da pergunta e ressaltou sua própria trajetória. Assim, o sérvio lembrou o período em que enfrentou Roger Federer e Rafael Nadal e destacou que, por cerca de 15 anos, dominou os principais torneios.
“Me parece um pouco desrespeitoso ignorar o que aconteceu entre o período em que comecei a competir com Roger e Rafa e agora, quando supostamente estou competindo com outros. Houve cerca de 15 anos em que dominei os Grand Slams”, disparou Novak Djokovic.
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Novak Djokovic no Australian Open
Na atual edição, Djokovic avançou após a desistência de Lorenzo Musetti, que liderava o placar em 2 sets a 0. A interrupção por problemas físicos do italiano abriu caminho para a recuperação do ex-número 1 do mundo, que se manteve vivo na disputa pelo campeonato. Agora, o sérvio vai enfrentar o italiano Jannik Sinner, que derrotou o americano Ben Shelton nesta quarta-feira, 28.
Caso conquiste o Australian Open, Novak Djokovic ampliará ainda mais a distância em relação aos adversários no número de Grand Slams. Assim, o possível título em 2026 reforçaria o domínio do sérvio nesse tipo de competição. Além de consolidar seu nome não apenas pelo volume de troféus, mas também pela duração de sua presença no topo.





