A Copa do Mundo de 1986 é frequentemente lembrada como uma das mais emocionantes da história, principalmente por jogos dramáticos e momentos que se tornaram lendas do futebol. Em particular, a partida entre Argentina e Inglaterra nas quartas‑de‑final ficou marcada por duas jogadas antológicas: o gol conhecido como “A mão de Deus” e o “Gol do Século”, ambos protagonizados por Diego Maradona no Estadio Azteca, em Cidade do México, em 22 de junho de 1986.
Como a Copa de 1986 ficou marcada?
A emoção dessa edição não vem apenas dos gols, mas do contexto e das histórias que envolveram os jogos. Maradona liderou a seleção campeã com atuações decisivas, incluindo sua contribuição na semifinal e na final. Essa Copa exibiu partidas equilibradas, rivalidades intensas e narrativas individuais que elevaram o drama da competição.
Além disso, a mistura de habilidade, controvérsia e imprevisibilidade faz da Copa de 1986 um marco para fãs que veem emoção além do simples resultado numérico de uma partida.

Por que a Copa de 1970 é citada entre as maiores?
A Copa do Mundo de 1970, no México, é outro exemplo clássico de emoção futebolística. A final entre Brasil e Itália terminou com vitória brasileira por 4 x 1, em um espetáculo que mostrou a combinação máxima de técnica, estratégia e presença em campo de lendas como Pelé.
Esse torneio é frequentemente lembrado por partidas que combinavam classe tática e momentos de ataque brilhantes, com equipes que impulsionaram o futebol para uma nova fase global.
Quais edições tiveram finais memoráveis por drama?
A Copa do Mundo de 2022, disputada no Qatar, também entrou para a história por sua final épica entre Argentina e França, que terminou empatada em 3 x 3 após prorrogação e foi decidida nos pênaltis, com vitória da Argentina por 4 x 2. Essa final é vista como uma das mais intensas e equilibradas de todos os tempos, com mais de 1,5 bilhão de espectadores acompanhando o desfecho globalmente.
Essa edição mostrou não só jogadas técnicas de alto nível, mas também alternância de vantagem, tensão constante e um desfecho emocionante, reforçando seu lugar na lista de Copas vibrantes.
Quais jogos de Copa entraram para a história por emoção?
Várias partidas ao longo das edições tornaram‑se icônicas por drama e imprevisibilidade. Entre elas está o “Milagre de Berna” na Copa de 1954, quando a Alemanha Ocidental virou o jogo e venceu Hungria por 3 x 2, um resultado inesperado diante dos favoritos.
Outro confronto lembrado foi o duelo entre Itália e Brasil na Copa de 1982, pela segunda fase de grupos, que terminou em 3 x 2 para os italianos e eliminou a seleção brasileira em uma partida que combinou drama e reviravolta.
Como as surpresas influenciaram a emoção das Copas?
Além dos jogos técnicos e equilibrados, as Copas mais emocionantes muitas vezes tiveram surpresas inesperadas que mudaram narrativas. Por exemplo, a vitória do Estados Unidos sobre Inglaterra por 1 x 0 na Copa de 1950, conhecida como “Milagre de Belo Horizonte”, entrou para a história como uma das maiores zebras do torneio.
Esses momentos inesperados aumentam a imprevisibilidade, uma das principais fontes de emoção em competições esportivas e no imaginário global dos fãs.
Que papel plays icônicos têm nas Copas?
Jogadas individuais muitas vezes marcam uma edição inteira. Um exemplo é a já citada atuação de Maradona em 1986, que incluiu o “Gol do Século” e a controversa “Hand of God”, jogadas que transcenderam o esporte e entraram na cultura popular futebolística.
Momentos como este ajudaram a definir não apenas o resultado de um jogo, mas também a narrativa histórica de toda uma edição do torneio.
Quais são as Copas mais lembradas entre os fãs?
Nas listas de fãs e especialistas, algumas edições aparecem repetidamente: 1950 pela surpresa do “Maracanazo”, 1970 pela exibição artística do futebol, 1986 pela combinação de habilidade e drama, e 2022 pela intensidade de sua final.
Cada uma dessas edições tem um elemento que captura a imaginação: superação, espetáculo técnico ou equilíbrio competitivo que levou jogos ao limite.





