A temporada de 2026 promete ser uma das mais interessantes do tênis mundial nos últimos anos. Com a nova geração definitivamente instalada no topo do circuito, o ano deve ser marcado por uma disputa acirrada pelo posto de número 1 do mundo, além da consolidação de jovens talentos que já deixaram de ser promessas para virar realidade.
Carlos Alcaraz segue como referência técnica e mental da nova era, mas não terá vida fácil. Jannik Sinner, cada vez mais consistente nos Grand Slams, entra em 2026 como forte candidato a dominar longos períodos da temporada. Novak Djokovic, mesmo em fase final de carreira, ainda pode ser fator decisivo em torneios grandes, especialmente em Wimbledon e no Australian Open, onde seu histórico pesa.
Outro ponto de atenção é a regularidade. A briga pelo topo do ranking tende a ser menos sobre um domínio absoluto e mais sobre quem consegue manter alto nível ao longo do calendário. Masters 1000, semanas consecutivas e gestão física serão determinantes.
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No cenário brasileiro, João Fonseca aparece como um dos nomes mais observados do circuito. Aos 19 anos, o carioca entra em 2026 já estabelecido entre os principais do ranking e com expectativa real de disputar fases finais de grandes torneios com mais frequência. A evolução física, a maturidade tática e a forma como vem lidando com jogos grandes indicam que o próximo passo pode ser uma campanha profunda em Grand Slams.
Além disso, 2026 deve reforçar o impacto das novas regras e formatos experimentais adotados nos últimos anos, como ajustes no calendário, eventos de exibição milionários e maior valorização do entretenimento fora da quadra.
No tênis feminino, o cenário também aponta para equilíbrio. A disputa pelo topo segue aberta, com jovens talentos pressionando campeãs já estabelecidas. A instabilidade recente do ranking pode dar lugar a uma nova líder mais constante, capaz de transformar bons momentos em domínio prolongado





